sábado, 31 de janeiro de 2009

Religiões de matriz africana são tema de debate no Fórum Social Mundial

O mapeamento de terreiros de religiões de matriz africana foi o tema central do debate "Africanidade e religiões afrobrasileiras: mobilização, educação e meio ambiente", nesta quinta-feira (29/01), no Espaço Negritude, na Universidade Federal Rural do Pará, um dos locais onde acontece o Fórum Social Mundial, em Belém.

Acompanhadas da diretora de programas da SEPPIR, Ivonete Carvalho, as mães de santo Carmem, do Rio Grande do Sul, e Flávia, do Rio de Janeiro, foram convidadas para serem painelistas da mesa de debate. Mais de 300 pessoas participaram da discussão, que contou também com a presença de lideranças quilombolas.

De acordo com mãe Flávia houve grande interesse sobre a questão do processo de identificação das casas de candomblé e de umbanda. Ela ressaltou que os terreiros precisam ser legalizados para que haja o desenvolvimento de ações sociais.

No Rio de Janeiro, uma parceria da SEPPIR, da PUC e de lideranças das religiões de matriz africana do Estado vai permitir o mapeamento de cerca de 7 mil casas de candomblé e de umbanda.

Comunicação Social da SEPPIR/ PR

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