sexta-feira, 26 de junho de 2009

Diálogo afinado nos terreiros

Após uma série de discussões isoladas em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, representantes das comunidades de terreiro decidiram afinar o discurso antes de participarem das discussões de plenária que acontece na manhã desta sexta-feira (26/06) na II Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (II CONAPIR).

Os delegados que defendem a religiões de matrizes africanas tem como objetivo unir forças para aprovar o Estatuto de Igualdade Racial e o Fórum Nacional de Religiosidade de Matriz. A aprovação também beneficia outras comunidades tradicionais como dos ciganos, índios e quilombolas.

Para a vice-presidente do Centro de Tradições Afro-Brasileiras (Cetrab), Dolores Lima, o governo precisa aprovar com urgência políticas públicas que defendam o seguimento religioso. “Sofremos muito preconceito. Nossos terreiros são invadidos, depredados e desrespeitados. Queremos reconhecimento dos nossos terreiros”, afirma.

A unidade representa comunidades de todo o Brasil e fica sediada no Rio de Janeiro. Não é possível precisar quantos terreiros existem no país porque nunca foi realizado um Censo com a população da religião.

Para Alexandre Oxalá, do Distrito Federal, representantes do grupo devem participar de todos os painéis. “Temos que participar de todos os temas para lutarmos pelos nossos direitos”, sugere. Os painéis temáticos acontecem a partir das 14h. Serão debatidos os seguintes eixos Terra e Habitação; Educação; Trabalho e Renda; Segurança e Justiça; Saúde; e Política Internacional.

Comunicação Social da SEPPIR/PR

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