segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Saiba como fica o Congresso e o mapa político do Brasil



Os números mostram que o PT e PMDB são os grandes vencedores da eleição no Congresso Nacional. Os dois partidos conseguiram as maiores bancadas. Agora o peso desse resultado nos trabalhos do Congresso só mesmo depois do segundo turno.

Para Dilma Rousseff, eleita, seria uma tranquilidade. Ela não vai teria dificuldades em aprovar matérias de interesse do governo federal ou barrar CPIs. Já José Serra, eleito, teria de batalhar: costurar os apoios, um a um, para não enfrentar uma oposição estilo rolo compressor.

Nos estados, o Acre continua sem resultado. A eleição está indefinida entre Tião Viana (PT) e Tião Bocalom (PSDB).

Em 17 estados a eleição para governador foi decidida no primeiro turno: Amazonas, Tocantins, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Haverá segundo turno em Rondônia, Roraima, Amapá, Pará, Piauí, Paraíba, Alagoas, Distrito Federal e Goiás.

O PSDB, que em 2006 elegeu seis governadores, agora, no primeiro turno de 2010, venceu as eleições em quatro estados: Tocantins, com Siqueira Campos; São Paulo, com Geraldo Alckimin; Minas Gerais, com Antônio Anastasia; e Paraná, com Beto Richa. Ainda vai disputar o segundo turno em cinco estados.

O PMDB, que há quatro anos elegeu sete governadores, venceu, neste primeiro turno, em quatro estados: Maranhão, com Roseana Sarney; Mato Grosso, com Silval Barbosa; Mato Grosso do Sul, com André Pucinelli; e Rio de Janeiro, com Sérgio Cabral. Vai disputar o segundo turno em três estados.

O PT, que em 2006 elegeu cinco governadores, ganhou agora, no primeiro turno, em três estados: Sergipe, com Marcelo Déda; Bahia, com Jacques Wagner; e Rio Grande do Sul, com Tarso Genro. Ainda espera o resultado do Acre e vai disputar o segundo turno em dois estados.

O PSB há quatro anos elegeu três governadores. Repetiu o desempenho já no primeiro turno. Venceu no Ceará, com Cid Gomes; em Pernambuco, com Eduardo Campos; e no Espírito Santo, com Renato Casagrande. Ainda vai para o segundo turno em mais três estados.

O Democratas, que em 2006, conquistou um governo de estado, agora elegeu dois governadores: Rosalba Ciarlini, no Rio Grande do Norte; e Raimundo Colombo, em Santa Catarina.

O PMN, que não tinha nenhum governador há quatro anos, elegeu Osmar Aziz no Amazonas.

PMDB e PT foram os grandes vencedores da eleição para o Congresso. Os dois partidos elegeram as maiores bancadas na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

Ainda assim, o PMDB, que saiu das urnas em 2006 com 20 senadores, agora vai ficar com 19. O PT, que há quatro anos contava com 11 senadores, vai ter 13. O PSDB passou de 13 para dez. O Democratas, de 17 para oito; PTB, de quatro para seis; O PP tinha um senador em 2006 e agora vai ter cinco.

O PDT manteve o número: quatro. É a mesma situação do PR, que vai continuar com quatro. PSB passa de três para quatro. O PCdoB passa de um para dois. O PSOL tinha um e elegeu dois.

O PRB manteve um senador. PMN, PSC e PPS, que não tinham senador em 2006, passam a ter um senador cada.

Nomes tradicionais da política brasileira não foram eleitos, como Tasso Jereissati, do Ceará; Marco Maciel, de Pernambuco; e Arthur Virgilio, do Amazonas. Além deles, Cesar Maia (RJ), Heloísa Helena (AL), Fernando Collor (AL), entre outros.

“Esta é uma renovação que acontece em todas as eleições. A cada quatro anos alguns políticos mais antigos saem e dão lugar a novidades. Netinho, em São Paulo, poderia ser uma novidade, mas não conseguiu”, comenta Alexandre Garcia.

Fonte: Bom Dia Brasil

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