domingo, 16 de março de 2014

Participe! Divulgue!


quinta-feira, 13 de março de 2014

Nota para Afropress!


´À Afropress 


Como não consegui fazer a publicação no comentário da notícia veiculada sobre a reunião de hoje dia 13/03/2014 com representantes do Movimento Negro e a Presidenta Dilma, deixo aqui o meu posicionamento. Se alguém puder encaminhar para redator Dogival Vieira, eu agradeço. 



Mais uma vez, solicito a redação da Afropress (www.afropress.com), veículo de notícias que tanto prezo, que tenha responsabilidade na veiculação de determinadas notícias.

Não possuo nenhuma informação sobre tal reunião, denominada por este veículo de comunicação como secreta, e não fui contactado para fazer parte da reunião.

Em tempo, caso tenham interesse, posso disponibilizar todos os meus contatos para que deste modo possam averiguar determinadas informações inverídicas e pouco responsáveis, consultando diretamente a parte citada na informação.

Concretamente, demora-se décadas para se construir um nome, uma Entidade, um legado, não podemos destruí-lo por capricho, falta de zelo ou desinformação. Em tempo, informo a quem interessar possa, que continuo mantendo a minha agenda do dia na cidade de Salvador, onde resido e mantendo o meu ativismo e militância cotidiana na luta anti racista e pela garantia de direitos.


Att.,
Marcos Rezende.
Coordenador Geral do CEN.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Sepromi dará apoio ao terreiro Asé Oloodé Omilolá no conflito pela posse de terra com a construtora Urca Empreendimentos

O babalorixá Roberto de Jesus  Silva, líder do terreiro Asé Oloodé Omilolá, esteve na sede da Sepromi, na tarde desta segunda-feira (10), e foi recebido pelo secretário Elias Sampaio para relatar o conflito pela posse de terra com a construtora Urca Empreendimentos, do grupo ARC Engenharia.
O secretário Elias Sampaio confirmou que enviará ofício ao secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa para informa-lo das ameaças e agressões que a comunidade religiosa tem sofrido desde que foi iniciado este conflito. “Vou pedir atenção à ele na questão da segurança pública. E iremos tratar da questão, e dar os encaminhamentos formais, através do Centro de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela”, declarou.
Segundo o líder religioso, áreas sagradas do terreiro estariam sendo invadidas e depredadas, membros do terreiro ameaçados, como forma de amedrontar a comunidade religiosa e obriga-la a se retirar do espaço, localizado no Loteamento Monte Negro, em Camaçari. A disputa pela terra, de 2,200 metros, a qual Roberto mostra ser dono e ter escritura. Ele afirma ter comprado o terreno em 1998, mas só fez o registro da escritura em 2003.
Ao secretário Elias, o babalorixá relatou estar sofrendo ameaças de roubo, agressões verbais e ter frutas e animais roubados com frequência. Afirma ainda que a construtora construiu um muro no espaço que ainda seria de propriedade do terreiro.  ”Quando começaram a aparecer, chegavam armados para nos intimidar e depois vieram com a história de que seria mdonos do nosso terreno. Já chegaram a jogar uma pedra no nosso telhado, destruindo o quarto de Xangô Danificaram também o assentamento de Oxum”, contou o babalorixá.
O terreno agora se tornou motivo de litígio. Tanto a construtora como o babalorixá entraram com ação na Justiça e ambos os processos movidos pelas duas partes correm simultaneamente.

sábado, 1 de março de 2014

Carnaval no Ilê Ayê: Turbante volumoso e maquiagem

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